Cá em casa os miúdos gostam muito de bolachas marinheiras. Agora que o Zé me pede quase sempre para levar o lanche para a escola, e eu quero variar o mais que possível parecem-me uma alternativa simpática. Mas infelizmente é daquelas produtos demasiado caros e que certamente se poderiam reproduzir em casa.
Assim pensei, mais depressa o fiz. Demorei um bocadinho a acertar com a textura e espessura certa, mas acho que estas ficaram bastante satisfatórias. O que interessa é que eles gostam desta versão homemade das bolachas marinheiras.
Aguardo o vosso feedback.
Ingredientes para cerca de 35 bolachas:
250g de farinha de espelta
30g de linhaça moída
sal q.b.
50ml de azeite
60 a 80ml de água
Preparação:
Numa taça coloque as farinhas, o sal e o azeite e misture. Junte depois a água aos poucos, e vá misturando até ter uma massa que de despega das paredes da taça. Não junte a água toda de uma vez, e vá misturando aos poucos. Pode precisar mais de 80ml ou menos de 80ml de água. Amasse um pouco até ficar com uma massa macia, e forme um rolo com cerca de 7cm de diametro.
Corte depois o rolo em fatias com cerca de 0,5cm de espessura, e estique um pouco, com a ajuda de um rolo cada uma das rodelas, sem as deixar demasiado finas.
Coloque cada uma das bolachas num tabuleiro forrado com papel vegetal e pique-as com um garfo.
Leve ao forno previamente aquecido a 180ºC durante cerca de 20 minutos. Retire-as e deixe arrefecer sobre uma grelha. Só depois de frias as bolachas ficam crocantes.
Guarde numa caixa hermética depois de bem frias.
Bom Apetite!

Estão bem apetitosas!
ResponderEliminarSó recentemente é que provei as "famosas" bolachas marinheiras, e apesar de saborosas, acho-as demasiado caras para o produto em si. Raramente compro bolachas para ter em casa ou consumo imediato, salvo em alguns casos: algumas específicas que ainda não consegui replicar (em termos de sabor/textura), ou para alguma sobremesa (ex. salame de chocolate).
Esta receita lembra umas que costumo fazer, de um livrinho de uma coleção de receitas vegetarianas, e que dá origem a várias versões (doces, "neutras" ou salgadas).
Fico com a sugestão, que é sempre bem vinda para ter em casa e levar para o serviço.
Um grande beijinho,
Sara Oliveira
Por acaso acabei por 'enjoar' as marinheiras, mas vou experimentar estas tuas caseiras ;) Obrigada! Bjinhos!
ResponderEliminarQue lindas e deliciosas que devem ser!
ResponderEliminarBeijinhos,
Espero por ti em:
strawberrycandymoreira.blogspot.pt
http://www.facebook.com/omeurefugioculinario
https://www.instagram.com/marysolianimoreira/
a fazer em breve
ResponderEliminarDas próximas receitas a ecperimentar ;)
ResponderEliminarFiz e ficaram boas, mas a receita apenas deu para cerca de 20 e não ficaram muito grandes nem grossas.
ResponderEliminarMas as minhas também não ficaram grandes. Não deviam ter mais de 5cm de diâmetro. A quantidade é meramente indicativa... depende do tamanho com que as cortou e da grossura
EliminarUm beijinho,
Joana Roque
Bom dia, Joana,
ResponderEliminarVenho lhe agradecer uma vez mais a partilha da receita, fiz e inclusive hoje partilho no meu blog,informando a fonte, uma vez mais obrigado...bjinhos
Muito saboroso! Valeu!
ResponderEliminarGanhar dinheiro fazendo Marmitas ou Quentinhas
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Boa tarde sou neta de portugues mas não sei o que é farinha Espelta ..poderia me explicar/ e tambem saber se tem a receita de uma bolachinha que é conservada em uma calda me parece que tem vinho nos ingredientes..
ResponderEliminarMuito obrigada
Maria Cristina Machado Pereira
Você publicou 3 artigos científicos e não conseguiu nem passar em bioestatística, teve que pedir quebra de pré-requisito para fazer farmacoepidemiologia, quer dizer colou à beça durante o EAD usando o Photomath e quando as aulas presenciais voltaram, você não conseguiu passar e ficou reprovada.
ResponderEliminarOs artigos que você publicou foram esses:
https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1773224725004502?via%3Dihub
https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/17425247.2025.2514715
https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1773224724006178?via%3Dihub
Eu também o seu perfil no currículo lattes:
http://lattes.cnpq.br/5568912774142722
No semestre passado, você ainda estava fazendo farmacologia 2, eu já passei em farmacologia 3 e você ainda em farmacologia 2, sendo que você publicou 3 artigos científicos, o que aconteceu para você ainda estar em farmacologia 2, você não conseguiu usar o Photomath em farmacologia 2?
Eu ainda me lembro que em PCI2, quando você foi falar com a professora de anatomia, a Gabriela Pinheiro para baixar a minha nota, você já tinha nota para passar não tinha nada que falar com a professora para ela baixar a minha nota.
O pior é que você é bonita, o que você tem de bonita, você tem de malvada.
Você ainda está fazendo habilitação em homeopatia na farmácia universitária (Laboratório de Manipulação Homeopática Profª Marta Cortês Duarte, será que você usa o Photomath neste laboratório também?
Por causa da sua queixinha na coordenação da farmácia junto com o Gabriel Vasconcelos de Lucena, a Camilly Enes Trindade e a Julia Tavares Azevedo, algum FDP da coordenação da farmácia vazou as minhas informações pessoais para alguém que nem me conhece e nem estuda mais na UFRJ.
Manda o seu amigo, o Guilherme de Sousa Barbosa me matar, se ele teve a capacidade de ameaçar me bater mesmo sem eu ter feito nada contra ele, ele também tem a capacidade de me matar. Melhor mandar ele vir na boca de fumo que tem aqui na minha rua manda os traficantes me mataram, aqui do lado da minha casa funciona um ferro velho clandestino que fica vendendo peças furtadas para os bandidos fazerem barricadas.
Você ainda fez estágio no Instituto de Engenharia Nuclear, Laboratório Químico-Farmacêutico da Aeronáutica, Laboratório de Hemostasia Experimental, Laboratório Goloni, Laboratório Veterinário Haima, Laboratório de Desenvolvimento Galênico. Será que o pessoal desses laboratórios sabe que você passou colando em cálculo para farmácia usando o Photomath?
Agora você vai se formar como farmacêutica, graças à cola, graças ao Photomath.
Você é a prova que uma pessoa burra, que passa colando na prova usando o Photomath, pode se dar bem na carreira científica, pode publicar três artigos científicos, pode apresentar trabalhos em vários congressos e simpósios diferentes e ficar ganhando dinheiro, graças ao CR 7 que você conseguiu por ter passado colando em cálculo para a farmácia usando o Photomath.
Você é Bruna Coelho de Almeida representa o que a UFRJ tem de pior.