Todos temos pedras no nosso caminho. Todos temos vidas imperfeitas. Não vale a pena vir para aqui “dourar a pílula” e mostrar só coisas boas, como somos maravilhosos, como vivemos vidas fantásticas, como viajamos para sítios paradisíacos, como é tudo tão “cutchi-cutchi”. Pelo menos a minha vida não é perfeita, e, apesar de aqui se falar de comida e de receitas, também de fala de algumas dificuldades – que certamente serão diferentes para todos – como vos falei tão abertamente das minhas “pedras no caminho” para conseguir engravidar.
Mas o que me faz um bocadinho (na verdade muita) confusão, são aquelas pessoas que, em vez de grandes pedras têm pedrinhas no seu caminho, e mesmo assim fazem delas blocos intransponíveis de pedra. E passam a vida a queixarem-se sem serem capazes de tentar contornar o problema e de não serem capazes de ver para além dos umbigos delas. Aquelas pessoas que gostam de se fazer de vítimas e de coitadinhas para que todos tenham pena delas, e que, pior do que isso, invejam todas as outras pessoas que conseguem ser felizes apesar das pedras que tiveram de ultrapassar, e da felicidade que conseguiram atingir apenas e só porque conseguiram ser felizes conformando-so ou adaptando-se à sua realidade. Poucos são os problemas e as dificuldades que não têm uma solução. Pode é não ser a que desejamos, (Como diz a minha avó, “há remedio para tudo, menos para a morte!)
E uma receita de salada fria dedicada ao rei das saladas frias, o meu amigo LCO!
Ingredientes para 2 pessoas:
1 lata de atum em azeite
120g de massa curta (usei penne)
12 azeitonas pretas descaroçadas
3 tomates pequenos
4 fatias de queijo tipo flamengo
2 ovos cozidos
2 colheres de sopa de maionese
1 colher de chá de ketchup
Sumo de limão q.b.
Molho inglês q.b.
Sal q.b.
1 colher de sobremesa de orégãos secos
Preparação:
Leve a massa a cozer em água temperada de sal até ficar “al dente”.
Entretanto lave bem o tomate e corte-o em cubinhos. Coloque-o numa taça e junte os orégãos secos. Junte o queijo cortado em cubinhos, as azeitonas partidas ao meio, o atum previamente escorrido e esfarelado e os ovos partidos em pedaços.
Numa outra tacinha misture a maionese com o ketchup e tempere com o molho inglês e umas gotinhas de sumo de limão. Acrescente uma ou duas colheres de sopa de água e mexa bem até fazer um molho cremoso.
Escorra agora a massa e passe-a por água fria para parar o processo de cozedura e, depois de bem escorrida, acrescente-a à restante mistura de atum e tomate. Cubra com o molho de maionese e envolva bem.
Sirva de imediato.
Bom Apetite!
Adoro comer este tipo de saladas no verão :)
ResponderEliminarConcordo pleanamente Joana, todos temos pedras no nosso caminho. Podem ser barreiras ou podemos ultrapassa-las. Não vale a pena lamentar e não fazer nada só se fica mais e mais infeliz
ResponderEliminarBoa sugestão para estes dias quentinhos
Todos nós temos pequenas e grandes pedras dentro do sapato que nos atrapalham na longa caminhada que é vida! Mas, não vale a pena lamentarmo-nos, pois há que lutar e seguir em frente!
ResponderEliminarA salada está perfeita!
Estas saladinhas frias são tudo de bom! Adoro!
ResponderEliminarEstas saladinhas são perfeitas para os dias mais quentes :)
ResponderEliminarSou seguidora e leitora assídua apesar de nem sempre deixar comentário . Adoro o teu blog! E realmente é bem verdade ... Todos temos pedras no caminho, cabe-nos devia-las ou transpo-las. Não pdemos deixa-las simplesmente amontoa-las á nossa frente e nada fazer, temos de seguir em frente e acreditar!
Como Fernando Pessoa disse e muito bem : " ... um dia constru-o um castelo" :)
Beijinhos e obrigada pelas excelentes partilhas!
Um belo aspecto!
ResponderEliminarAbraços
http://receitaesperta.blogspot.com.br/
Tem um aspeto delicioso!
ResponderEliminarBjs
Onde posso encontrar o que contaste sobre as pedras da tua vida?
ResponderEliminarObrigada
Esta vou mesmo experimentar!
ResponderEliminarObrigada!
Maria
Adoooooooooooooro :0)
ResponderEliminarBeijos Márcia (Rio de Janeiro - Brasil)
http://decolherpracolher.blogspot.com
Uma saladinha assim sabe sempre bem!
ResponderEliminarBeijinhos
http://sudelicia.blogspot.pt/
Sábias palavras e bela salada!
ResponderEliminarPara a frente é que é o caminho! Óptima salada!
ResponderEliminarHá casos e casos. Uns mais simples de gente que engravida sem querer e outros mais complicados de quem tenta anos a fio e nada. Mas o que interessa é ter pensamento positivo, não desistir e encontrar um bom médico. Há 6 meses, disseram-me que a probabilidade de eu engravidar andava abaixo dos 10%. Fiz montes de testes e tratamentos, é verdade, mas hoje estou grávida de 10 semanas. Não desistas e boa sorte!
ResponderEliminarOo
ResponderEliminarVocê nem me conhece, você nunca fez uma disciplina junto comigo, você nem estuda mais na UFRJ, você já se formou como farmacêutica, mesmo assim um FDP da coordenação da farmácia vazou as minhas informações pessoais para você.
ResponderEliminarQuer dizer, eu faço a vontade da coordenação da farmácia da UFRJ e tenho as minhas informações pessoais vazadas para quem nem me conhece e nem mora mais no Brasil.
Você mora em Copenhagen que fica na Dinamarca e trabalha na empresa Novonesis, esse FDP não tinha nada que vazar as minhas informações pessoais para você que está morando no exterior. Sim, eu descobri o seu perfil no Instagram e no Linkedin:
https://www.instagram.com/rafa.rafafa/
https://dk.linkedin.com/in/pharmacist-rafaela-carvalho/pt
Eu descubro tudo, assim como eu descobri, que um FDP da coordenação da farmácia da UFRJ vazou as minhas informações pessoais para você, que nem sabe quem eu sou.
Eu acho que o FDP achou que eu não iria descobrir a maldade que ele fez comigo, pode avisar para esse FDP que eu descubro tudo, assim como eu descobri o seu perfil no Instagram e no Linkedin.
Se esse FDP achou que ele iria me calar ao vazar as minhas informações pessoais para você, pode avisar para ele, que nunca vai me calar, medo é para quem tem algo a perder, eu não tenho nada a perder, não sobrou nada para mim.
Pode avisar a esse FDP, que o que ele fez comigo vai ter volta, nada fica impune.
Se esse FDP morasse aqui na minha rua as coisas seriam bem diferentes, em cima da minha rua tem uma boca de fumo, em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino que fornece material furtado para os traficantes fazerem barricadas. Se esse FDP morasse aqui na minha rua, os traficantes já teriam mandado esse FDP subir até a boca de fumo, os traficantes não gostam de gente que faz as coisas para sacanear os outros, igual esse FDP fez comigo.